Dizem que é preciso lutar.
No caminho de um acompanhnte existe o sistema.
O sistema comanda, domina e sabe dezer não.
Para se conseguir algo no "país de todos" você tem que conhecer alguém, que conhece um alguém importante, que conhece um outro alguém mais importante, que conhece o prefeito ou o deputado.
Mas as vezes nem isso se faz nescessário, porque as pessoas importantes não estão interessadas se você vai morrer hoje ou amanhã, elas estão interessadas no dinheiro que estrará no bolso delas hoje ou amanhã.
Um acompanhante deve saber de leis...
A mesma lei que cria um sistema de saúde que não consegue atender o cidadão e suas necessidades, "protege" o cidadão fazendo com que este fique nas mãos do poder público de sua cidade ou estado.
Só que mesmo com a lei, você ainda precisa conhecer uma pessoa importante que conhece outra pessoa mais importante que conhece o juiz da cidade.
E nisso tudo ainda existe um fator importante - ao menos uma dessas pessoas importantes, têm que ser mais humana e se importar menos com o dinheiro.
Se você encontrar uma pessoa importante assim, metade dos problemas de um acompanhante serão resolvidos.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Diário de um acompanhante 1
Dizem que é preciso ser forte.
O acompanhante sonha: com noites ao lado daquele que é acompanhado, com um mar de saúde e com ondas gigantescas que trazem objetos de valor e de muita alegria.
O acompanhante não pode ter: medo de agulha, de sangue, de escuro, de nada.
Um acompanhante aprende: o que é cada remédio, para que serve e porque é preciso tomar, aprende qual é oxigenação cerebral, a pressão arterial, o batimento cardíaco, o que é uma dor muscular, uma reação alérgica, uma infecção e descobre que a "cumadre" deve ser uma amiga.
A maior lição de todas é: a espera. Esperar, esperou, esperará. As vezes o tempo pode ser indeterminado, mas pode se determinar pela fé, pelas orações e pelos segundos do acompanhante e acompanhado em vida.
O troféu de um acompanhante: o retorno para o lugar de onde saiu
O acompanhante após ter seu troféu deve: agradecer e agradecer e continuar acompanhando por todos os segundos em vida.
O acompanhante sonha: com noites ao lado daquele que é acompanhado, com um mar de saúde e com ondas gigantescas que trazem objetos de valor e de muita alegria.
O acompanhante não pode ter: medo de agulha, de sangue, de escuro, de nada.
Um acompanhante aprende: o que é cada remédio, para que serve e porque é preciso tomar, aprende qual é oxigenação cerebral, a pressão arterial, o batimento cardíaco, o que é uma dor muscular, uma reação alérgica, uma infecção e descobre que a "cumadre" deve ser uma amiga.
A maior lição de todas é: a espera. Esperar, esperou, esperará. As vezes o tempo pode ser indeterminado, mas pode se determinar pela fé, pelas orações e pelos segundos do acompanhante e acompanhado em vida.
O troféu de um acompanhante: o retorno para o lugar de onde saiu
O acompanhante após ter seu troféu deve: agradecer e agradecer e continuar acompanhando por todos os segundos em vida.
domingo, 5 de maio de 2013
Perto de uma obra
Perdi todos meus amigos imaginários, perdi todo o meu faz-de-conta. Não sei como isso ocorreu, só sei que não tenho mais nenhum deles, assim como não tenho a capacidade de criá-los novamente.
Foi descendo a escada rolante para debaixo da terra que eu descobri que poderia ficar sozinha ou separada pelos trilhos de um trem, sozinha, sem brincar, sem imaginar.
Perdi também todas as letras de músicas que ouvia quando tinha 14 anos e que resolviam todos os meus problemas, perdi meu caderno música que tinha todas essas músicas que curavam qualquer doença, que me faziam apaixonar, que me tiravam do mundo real.
Perdi a capacidade de sair da ralidade.
Presa na realidade de todas as manhã e noites, prisão perpétua, aqui estou, dia após dia, subindo e descendo escadas rolantes, dentro e fora dos túneis que hora encontram a luz e hora ficam na escuridão de um mundo real.
Foi descendo a escada rolante para debaixo da terra que eu descobri que poderia ficar sozinha ou separada pelos trilhos de um trem, sozinha, sem brincar, sem imaginar.
Perdi também todas as letras de músicas que ouvia quando tinha 14 anos e que resolviam todos os meus problemas, perdi meu caderno música que tinha todas essas músicas que curavam qualquer doença, que me faziam apaixonar, que me tiravam do mundo real.
Perdi a capacidade de sair da ralidade.
Presa na realidade de todas as manhã e noites, prisão perpétua, aqui estou, dia após dia, subindo e descendo escadas rolantes, dentro e fora dos túneis que hora encontram a luz e hora ficam na escuridão de um mundo real.
Buraco de Luz
Nas duas últimas semanas aprendi a encontrar buracos de luz.
Um buraco de luz surge diante de seus sem que você perceba, é na espontaneidade que ele aparece e brilha no piscar de seus olhos e se torna um foco, um esvaziamente, uma verdade.
Eu não sabia, mas os buracos de luz já haviam passado diante de meus olhos sem que eu percebesse e por insitinto de animal humano que sou e com o poder tecnolgia que tenho, registrei alguns buracos que estavam repletos de luz nos momentos mais vazios, solitários,em que eu achava que era tudo um nada.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Edifício London
Ontem recebi o meu livro proibido, que eu eu poderei ler e o Brasil inteiro não poderá.
RHARHARHARHAH (risada de bruxa)
Antes de começar essa postagem eu pensei no Excelentíssimo Senhor Desembargador Dr. Fortes Barbosa, da 6a. Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (eu ia postar uma foto dele mas não achei, pois eu digito o nome dele no Google e só aparece fotos da peça Edificio London) também pensei na Ana Carolina Oliveira (ela sim, tem muitas fotos no google, fotos super sensacionalistas então prefiro não postar ela aqui e sim uma foto da peça)
Bom mas eu não comecei essa postagem para falar do desembargador e muito menos da Ana Carolina, iniciei essa postagem apenas para dizer que eu estou lendo o livro que o desembargador junto com a mãe da menina entraram com um processo contra a venda do mesmo, eles por enquanto ganharam e CESURARAM o LIVRO e a PEÇA EDIFÍCIO LONDON.
Pessoal assim que eu terminar, posso emprestar para vocês, quem quiser pode tirar uma cópia por enquanto, pois se tentarem comprar no site da editora Coruja http://www.editoracoruja.com.br/?l=livroview&livro=45 encontrarão isso LIVRO ESGOTADO
Quando na verdade deveriam encontrar LIVRO CENSURADO
RHARHARHARHAH (risada de bruxa)
Edifício London.
Antes de começar essa postagem eu pensei no Excelentíssimo Senhor Desembargador Dr. Fortes Barbosa, da 6a. Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (eu ia postar uma foto dele mas não achei, pois eu digito o nome dele no Google e só aparece fotos da peça Edificio London) também pensei na Ana Carolina Oliveira (ela sim, tem muitas fotos no google, fotos super sensacionalistas então prefiro não postar ela aqui e sim uma foto da peça)
Bom mas eu não comecei essa postagem para falar do desembargador e muito menos da Ana Carolina, iniciei essa postagem apenas para dizer que eu estou lendo o livro que o desembargador junto com a mãe da menina entraram com um processo contra a venda do mesmo, eles por enquanto ganharam e CESURARAM o LIVRO e a PEÇA EDIFÍCIO LONDON.
Pessoal assim que eu terminar, posso emprestar para vocês, quem quiser pode tirar uma cópia por enquanto, pois se tentarem comprar no site da editora Coruja http://www.editoracoruja.com.br/?l=livroview&livro=45 encontrarão isso LIVRO ESGOTADO
Quando na verdade deveriam encontrar LIVRO CENSURADO
E isso tudo se chama BRASIL!!!!
Assinar:
Postagens (Atom)















