quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Teatro

Nunca havia feito uma postagem sobre teatro.

Tenho visto teatro na rua, em palco italiano, em espaço alternativo, em um grande teatro com o público no palco, em um casarão velho, no meio da praça, dentro de um quarto, dentro de um carro...

Peças tradicionais, peças que falam do Eduard Snowden, peças que trazem texto de Beckett, peça em HQ, peça em documentário, peça sobre transsexuais, peça com manifesto, tragédias, peça de novos dramaturgos, peça sobre pessoas que falam, peças que nada acontece em cena, peças que tudo acontece em cena, peça com teatro expandido, performances na rua, monólogos em um quarto, peças com aparatos tecnológicos, peças com muita dança, muitas projeções, celulares, iPhones, iPad...

Então eu me pergunto: Para onde vai o teatro?

Não consigo prever para onde ele vai, só sei que quero estar neste local sempre. Sempre, desde que ele diga algo e me faça sentir algo.


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Domingo de poesia

O meu amigo que anda com uma poesia no bolso está agora cantando poesia, cantando lindamente em todos os ritmos com todos os instrumentos, de todas as formas que existem no universo musical!!!

Passei um domingo eterno com um sorriso no rosto porque ouvi e me emocionei com a banda Brados Bardos.

Um dia eu quero ser como você e ter como profissão VIVER.








quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Diário de bordo de uma viagem sem fim

Ela havia se esquecido o porquê de estar navegando por outros mares nesta viagem sem fim... Foi quando  ela viu um homem tocando saxofone ao lado do embarque em uma estação do trem, seis horas da tarde, horário de pico, um homem careca, de camiseta preta toca um saxfone lindamente contaminando o ambiente com o silêncio que aquele instrumento produzia. Da janela do vagão ela olhou pra ele, ouviu o silêncio que se expandia do sopro daquele homem, e antes que ela pudesse tirar uma foto, registrar esse momento mágico, o trem partiu. Então ela sorriu.

Chegando no terminal olhou ao seu redor e viu vários jovens com uma boneca pendurada em seus pescoços de braços abertos formando uma roda no meio de todos aqueles que desembarcavam, com o olhar os jovens gritavam, pediam, aclamavam e diziam sem precisar dizer.

Um encontro com o silêncio e outro encontro com o silêncio. Foi assim que ela lembrou-se do porquê estar navegando nesses mares...

Arte.

Diário de bordo de uma viagem sem fim

Antes eu postava vários diários de bordo... o que aconteceu? As viagens se acalmaram e a cabeça se enlouqueceu impedindo a escrita de novos diários...

Voltamos hoje com os diários mas desta vez serão diários de bordo de uma viagem sem fim.

Nesta manhã elas estava indo pegar o trem, como mineiras que são, elas não perderam o trem, porém, no meio do caminho algumas coisas aconteceram... Caiu muita água do céu, neste momento elas começaram a derreter em meio ao tanto de água que caia, foi quando apareceu a fada madrinha que transformou uma delas em Cinderela, mas o feitiço saiu um pouco errado, ela tinha até as 8:30 para encontrar seu príncipe e quando era 8:27 ela saiu correndo em direção a ele quando seu par de sapatos se perdeu no meio da rua,  lá estava ela, molhada em meio os carros com os sapatos perdidos...  ela não conseguiu encontrar seu príncipe mas a busca não terminou, ela continua e não vai desistir até encontrá-lo.


Uma manhã de Cinderela!

domingo, 25 de agosto de 2013

Matemática do amor

"Porque quando a gente atinge o número 42 a gente não precisa de mais nada."

"Pra quê ser um número se você pode ser você mesmo."



http://www.youtube.com/watch?v=MQlpFgcGxPg




Filme de domingo, pra chorar e sorrir - Matemática do amor.